quarta-feira, 29 de junho de 2005

Retrato do Brasil, em Belo Horizonte - MG!


Retrato da criminalidade no Brasil, em Belo Horizonte, capital das Minas Gerais!
Para ampliar, e entender, clique na foto! Posted by Hello

6 comentários:

elaine disse...

hello! Seu menu ficou com baixa estima. A foto é muito grande e o prófile foi parar lá em baixo.
Sds,

Antonio Rayol disse...

Obrigado Elaine,
Já corrigi. Ainda estou aprendendo a usar esta ferramenta BLOGGER.

Maria Alyce de Castro disse...

Nelson Hungria dizia que o crime é peculiar àquela parte má da sociedade... onde existe a parte "boa"não há crime? Seria o endurecimento das penas o remédio eficaz para estirpar a criminalidade dos seres anti-sociais? Penas duras têm um cunho autoritário, rançoso. Onde ficariam as garantias constitucionais? A Lei dos Crimes Hediondos tem imperfeições muito conhecidas. E a Lei dos Crimes Organizados, que coloca o juiz no papel de investigador e autoriza a produção de provas quase em segredo? Sem falar no Efeito Vinculante que é, simplesmente, a morte da independência dos juízes? Respostas legais punitivas, draconianas e severas resolve o quê? A pena privativa de liberdade resultou num tremendo fracasso... Porque não se suprime a capacidade de prejudicar e onde houver a sociedade haverá o crime. Crise no sistema penitenciário? Crise no sistema penal? Crise no sistema judiciário? NÃO. O que existe é uma crise de mentalidade!Afinal, não podemos nos esquecer que o primeiro ato do ser humano foi a desobediência e o segundo ato anti-social foi Caim e Abel.Hasta la vista, Rayol.

LCMarques disse...

Seu conhecido, Vereador Babú, tentou emplacar uma lei que desligasse as lombadas eletrônicas depois de determinada hora.
Acho até uma medida de segurança para os motoristas, podem se livrar de assaltos.
O que me deixa preocupado é que estamos nos adaptando em função da criminalidade. Se nossas leis baseiam-se no Direito Consuetudinário ( me corrija porque nem rábula sou), não estamos nos acostumando muito rapidamente à insegurança? Me dói quando escuto a mídia dizer que não devemos reagir a um assalto, não que eu seja favorável à violência, mas os ladrões ainda vão me dar um esporro informando que a própria imprensa diz que não devo reagir. Se ele estiver com um revolver de brinquedo vai fazer a festa, e eu, com cara de herói vou ficar dizendo que é um problema social e que temos que entregar tudo.
Legal!
Amplexos.

Elaine disse...

Amigo Marques em Dezembro de 2003, uma semana antes do natal eu tive uma arma apontada na cabeça dentro de um ônibus e ele foi bem claro. Sabe que se não me entregar a bolsa, vc morre. O interessante que o cretino apontou a arma só para mim, os outros passageiros - todos homens - ele só gritava e ia pegando carteira e tudo que podia. Eu que sou pavio curto, nesse dia especialmente, entreguei minha bolsa numa tranquilidade que nem eu mesma acreditei. Depois que o cretino desceu eu começei a rir porque estava sem documento, sem um tostão e rogando praga para o assaltante ficar broxa. (rsrs) Dei graças a Deus por não ter reagido e nem reclamado, talvez, não tivesse aqui com os amigos.
Hoje uma moça foi assaltada dentro do ônibus 378 na Av Brasil, me parece que no mesmo lugar. Ela foi reclamar levantando e se dirigindo ao assaltante para tentar ficar com a bolsa e os documentos. Resultado: perdeu a vida por uma bolsa. O ladrão também morreu, não sei se é o mesmo que me assaltou.
Enfim, aceite o conselho dessa amiga. Deixe levar tudo e viva para curtir seus filhos e netos

LCMarques disse...

Desculpem, acho que não me expressei corretamente.
Não acho que devemos reagir a assaltos somente acho que a mídia não deveria repetir exaustivamente para evitar que os criminosos se tornem mais ousados e corajosos. Vejam que encontramos menores com a celébre frase pronta de que é melhor pedir do que roubar, outros declaram que roubaram porque estão desempregados, a explicação social para a criminalidade está se tornando um álibi.
O assunto é complexo e merece uma discussão muito ampla. O momento político nos dá uma grande pista das raízes do problema.