domingo, 3 de setembro de 2006

Mais um crime HORROROSO no Rio de Janeiro!

Ao ser transferido da Polinter do Centro para a carceragem na 39ª DP (Pavuna), Juarez José de Souza, 29 anos, olhou ameaçadoramente para jornalistas e disparou:
"Não vou falar.
Não quero ouvir nada.
É bom não insistir porque não quero ser mal-educado".
Ele não quer ser mal educado, é apenas um assassino impiedoso e cruel!
Preso na última terça-feira, ele é o homem que, na véspera, apedrejou, esfaqueou e partiu ao meio o corpo da empresária Edna Tosta Gadelha Souza, 51, dentro da Celvet Veterinária, no bairro de Botafogo no Rio de Janeiro.
A metade superior do corpo continua desaparecida, mesmo após buscas da polícia e dos bombeiros no Aterro Sanitário de Gramacho.
Catadores de lixo foram alertados pela polícia de que devem avisar caso localizem os restos mortais, que foram colocados por Juarez em sacos plásticos na Rua São Clemente e recolhidos pela Comlurb.
O quadril e as pernas foram localizados na noite de segunda-feira na Rua Sorocaba, por um catador.
Em conversa com policiais, Juarez relatou detalhes que ainda não haviam sido revelados.
O serrote apreendido, por exemplo, foi empregado para serrar apenas a coluna de Edna.
O abdômen foi 'cirurgicamente' cortado a faca — a mesma usada, antes, para golpear o pescoço da empresária.
Segundo Juarez, a arma foi colocada dentro do saco com a parte superior do corpo.
Antes de começar o ritual de brutalidade, Juarez andou pelas dependências da clínica por 40 minutos com Edna, mostrando a ela o local, que a mulher queria alugar para montar consultório dentário para filha.
Nesse período, a vítima falou ao celular.
Enquanto isso, ele pegou uma pedra de mármore e colocou em cima de geladeira.
Quando Edna, de costas, desligou o telefone, foi golpeada duas vezes na nuca com a pedra.
Antes de desmaiar, a vítima teria tentado se defender porque o corpo de Juarez apresentava marcas de luta corporal.
Segundo policiais, Juarez chegou a dizer que o fato de a mulher ter ido à clínica veterinária parecia "coisa de macumba" — uma chance para ele se vingar por, um mês antes, ter sido chamado de 'magrinho' por ela, em discussão pelo fato de ele não tê-la deixado estacionar carro em frente à clínica.
O acusado aterrorizou a região Sul Fluminense nos anos 90.
Dez assaltos e um homicídio são atribuídos à quadrilha de 10 bandidos.
Conhecido como Camundongo, ele cumpriu pena por roubo entre 30 de abril de 1998 e 11 de março de 2005, quando ganhou liberdade condicional.
Ele jamais recebeu visitas na prisão.
Mesmo com esse tenebroso currículo, tal assassino sanguinário estava em liberdade condicional para matar novamente.
Há algo de muito errado com nossa legislação.
Um sujeito com 10 roubos violentos e um assassinato na ficha volta para as ruas e destrói a vida de mais uma família!
Depois ainda há entre nós quem critique os estados norte americanos onde se aplica a pena capital!
Após matar por motivo fútil o monstro ainda tem o requinte de esquartejar a vítima!
O VOX LIBRE acha que deveria haver um plebiscito no BRASIL para que a população se manifeste sobre se quer ou não a PENA DE MORTE!
Para quem gosta de falar em "cláusulas pétreas" da Constituição nunca é demais lembrar que a Lei Maior existe para servir à população e não o contrário.
Nossa constituição é muito boa para funcionar na Suécia ou na Dinamarca, mas nós não somos escandinavos, somos tupiniquins!!!

8 comentários:

urgente disse...

O PT acaba de elaborar um documento em que pede uma "mudança nas leis para assegurar mais equilíbrio na cobertura da mídia eletrônica". Muita gente está alarmada com o documento. O temor é que, num segundo mandato, os lulistas atropelem as leis para tentar aumentar seu controle sobre a imprensa. O fato é que isso já aconteceu pelo menos uma vez neste mandato, quando a turma de Luiz Gushiken tomou de assalto o iG. O documento do PT fala em oferecer "incentivos econômicos para jornais e revistas independentes". Independente, para o PT, é José Dirceu. É Franklin Martins. É Paulo Henrique Amorim. É Mino Carta.Só falta o Luis Nassif. Essa é a turma que, segundo o PT, precisa de incentivos econômicos do Estado. Carta Capital sempre atacou Daniel Dantas. Acaba de ser recompensada por um acordo com o iG. De quanto? Eu quero saber.

http://foralula.lpchat.com/content/view/113/2/

Santa disse...

Ricardo,

História como essa é de provocar a ira até do mais pacato cidadão, quando ao se ver desamparado pelas leis do País.

Alice disse...

Como alguém faz isso , com outro alguém , nem no mundo animal acontece isso .
Nem quero imaginar uma cena dessa ,nem os piores filmes de terror ...
Bom dia :)

Alice disse...

Na verdade deveria ser feito plebiscito para as penas,para não ter releição, para os Deputados e demais poticos respondam pelos seus atos e muito mais.
Mas como não interessa a eles :(

José Alberto Mostardinha disse...

Viva António:

Mais uma cidadã, neste caso, uma investigadora portuguesa com 36 anos assassinada enquanto fazia pesquisas para o doutoramento no Acre, Amazónia.

É que eu digo, o Brasil continua a ser conhecido internacionalmente pelo carnaval e pelos assassínios.
É lamentável.

É urgente a imposição da pena de morte ou esse país não tem mais concerto.

Um abraço,

Ricardo Rayol disse...

Tenho certeza que a aprovação por plesbicito seria massacrante. O que me deixa preocupado é com o despreparo dos tribunais e de alguns segmentos da policia para tratar do assunto. Não iria virar mais um instrumento de achaque ao cidadao? (eu particularmente sou a favor mas com execução sumaria para nao dar margem para manobras juridicas)

Augusto disse...

Incrível um país como o nosso ainda não fez uso da pena de morte para reprimir crimes desse tipo. A discussão sobre as claúsulas pétreas é muito interessante, mas na reforma mensaleira da previdência deram um chute nas famosas claúsulas. Por que não chutá-las também com referência a pena capital? Muita gente não sabe mas a pena de morte está prevista na Constituição em seu art.5°inc.XLVII alínea a. E no Código Penal Militar arts 55 usque 57.

Augusto disse...

Onde escrevi reforma mensaleira leia-se emenda mensaleira.