quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

SÃO PAULO é outro país!

No último post, contamos que passamos uns quatro dias em Mogi das Cruzes em São Paulo!
Ao chegar à cidade notamos incomum presença de policiais militares nas ruas.
A pé, em duplas, de motocicletas e em viaturas!
Perguntamos ao recepcionista do hotel, onde tínhamos feito reserva, se algo diferente estava acontecendo na cidade.
Ele não entendeu a pergunta!
Nós é que demoramos a entender a realidade distinta em que nos encontrávamos!
SÃO PAULO é outro país!
A maciça presença policial nas ruas é incomum sob os padrões do Rio de Janeiro.
Em São Paulo é coisa normal.
São Paulo tem obtido notáveis índices de redução de criminalidade, ao contrário do que ocorre no Rio de Janeiro.
Não se trata de mágica, mas de gestão profissional e qualificada da segurança pública!
No Rio de Janeiro a segurança pública há muito tempo tem sido uma aventura!
Anthony Garotinho já foi secretário de segurança pública do Rio de Janeiro.
O mesmo cargo já foi ocupado por sociólogos de Brasília e do raio que o parta!
A última coisa que parece importar para preencher o cargo de chefe da segurança pública no Rio de Janeiro é currículo!
Se não tem currículo, é forte candidato!
Para quem acha que o VOX LIBRE exagera nas críticas, tentem analisar os currículos de quem tem ocupado o tal cargo ultimamente!
É pura PIADA!!!
Só quem não acha graça é quem perdeu entes queridos assassinados nas ruas do Rio de Janeiro!

4 comentários:

Você já foi à BRANÇA?... O meu conselho: não vá! - disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Que a mídia "à $erviço" não atrapalhe quem se expõe na luta contra o crime e a impunidade - disse...

Copiado do Blog Reinaldo Azevedo, pela sinergia com o comentário "São Paulo é outro páis", muito escrito e colocado por Antonio Rayol:

"22/12/2007

Tortura e morte em SP: Serra responde com um ato exemplar


Com tal determinação e freqüência os governantes fazem a coisa errada no país, que, quando fazem o certo, a tendência é que ganhem o rodapé das páginas. O erro, nesse caso, é da imprensa, que vai perdendo critérios para julgar e distinguir o moral do imoral, o decente do indecente. A que me refiro? O governador de São Paulo, José Serra, acaba de tomar uma atitude exemplar. Baixou um decreto (ver íntegra abaixo) em que:
A - determina que a família do adolescente Carlos Rodrigues Júnior, 15 anos, morto com choques elétricos pela PM, em Bauru, seja indenizada;
B – cria uma comissão para acompanhar o caso e determinar o valor da indenização.

É assim que se faz. A Polícia Militar de São Paulo tem 90 mil homens. É mais do que a população da maioria das cidades brasileiras. Como regra geral, a Segurança Pública no Estado dá sinais evidentes de que vem funcionando bem. O Estado está prestes a atingir a marca de 11 homicídios por 100 mil habitantes, um terço da média brasileira e um quarto, por exemplo, da do Rio. É um índice considerado aceitável pela Organização Mundial da Saúde. Também caiu o número de roubos e latrocínios. Mas há, é inegável, maus policiais. Quando casos como esse ocorrem, a tendência é a corporação se fechar numa postura defensiva. O caso da menina presa numa cela de homens no Pará mostra que a polícia, muitas vezes, prefere defender-se a defender o cidadão, razão por que ela existe. Em São Paulo, não houve hesitação. Tão logo o caso veio a público, os seis policiais foram presos — e agora tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Escrevi aqui, vocês devem se lembrar, que a tortura a presos comuns é corrente nas cadeias e presídios do país. São o que chamo de “presos sem pedigree”. O país que tem uma generosa lei de indenização para supostos perseguidos políticos não dá a menor bola para os direitos dos outros detentos — que têm direitos, sim: direitos, reitero, de detentos, que são e devem ser distintos daqueles dos homens de bem.

O que aconteceu em Bauru é absolutamente inaceitável. As ações do governador reforçam a disposição de ter uma Polícia que combata o crime sem cometer outros crimes; que vá à rua assegurar o direito dos cidadãos — e é o que ela vem fazendo, diga-se, como norma; que inspire segurança e respeito, jamais o temor.

Conhecemos a morosidade da lei. Se a mãe do rapaz assassinado decidisse recorrer a Justiça para receber a indenização, a decisão final poderia demorar uma eternidade. O decreto dá celeridade àquilo que é justo e que é moral. Mais ainda: abre a possibilidade de o Estado cobrar dos assassinos, mais tarde, o que for pago a título de indenização — é o que está previsto do artigo 5º ("direito de regresso").

Por que isso é importante? Porque é preciso que a responsabilidade desses marginais fardados não se esgote apenas no cumprimento da pena. Aliás, que seja esta uma prática e uma norma: sempre que um agente da lei faltar com o seu dever, transformando o estado em réu de uma ação ou obrigando-o a desembolsar um valor que pertence ao conjunto da sociedade, devem-se buscar os meios legais para que o autor da ilicitude devolva aos cofres públicos o que, em decorrência de sua ação, lhes foi subtraído. Trata-se de mais um instrumento a estimular o cumprimento da lei.

Tão logo soube do caso, Serra determinou que se buscasse um caminho jurídico para apressar o pagamento da indenização. Sem a possibilidade de o Estado devolver aos cofres públicos o que pagará como indenização, havia a possibilidade de o decreto ser contestado. Buscava-se um caminho juridicamente seguro para cuidar da questão desde o primeiro dia.

O decreto é moral, é justo e, quero crer, é também eficaz porque concorre para que São Paulo tenha uma Polícia que proteja, como ela habitualmente tem feito, não uma polícia que mate ao arrepio da lei. Abaixo, segue a íntegra do decreto, em que não se usam meias-palavras para caracterizar o ato brutal dos policiais.

Autoriza a indenização à família da vítima de ação ilegal de policiais militares ocorrida em Bauru em dezembro de 2007, institui Grupo de Trabalho e dá providências correlatas.

JOSÉ SERRA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais,
Considerando que é função essencial do Estado garantir a integridade física e moral dos cidadãos;
Considerando que o Estado, consoante o disposto no artigo 37, § 6º, da Constituição Federal, é obrigado a responder pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa;
Considerando os deploráveis fatos ocorridos no Município de Bauru, no dia 15 do mês de dezembro de 2007, largamente divulgados pela imprensa escrita, televisiva e eletrônica, envolvendo atos ilegais praticados por policiais militares que resultaram na morte do menor Carlos Rodrigues Junior; e
Considerando a responsabilidade civil do Estado no episódio, por ato de seus agentes, posto ter o Instituto Médico-Legal – IML, por sua unidade de Bauru, atestado que o corpo apresentou 30 ferimentos causados por choque elétrico, além de escoriações na face e no tórax, tendo a causa da morte sido definida como “eletroplessão” decorrendo, daí, a obrigação de reparar danos,

D e c r e t a:
Artigo 1º - Fica autorizada a indenização à família do menor CARLOS RODRIGUES JUNIOR, vítima das ações policiais ilegais ocorridas no Município de Bauru, em 15 de dezembro de 2007, divulgadas por emissoras de televisão, imprensa escrita e eletrônica, que resultaram em morte atestada pelo Instituto Médico-Legal – IML, por sua unidade de Bauru, ações estas investigadas em inquéritos policial civil e militar, já instaurados.
Artigo 2º - Fica instituído, na Procuradoria Geral do Estado, Grupo de Trabalho para propor os critérios de indenização, apresentando relatório circunstanciado.
Artigo 3º - O Grupo de Trabalho será integrado pelos seguintes membros:
I – o Procurador Geral do Estado, que exercerá a coordenação dos trabalhos;
II – 4 (quatro) Procuradores do Estado;
III- 1 (um) representante de cada uma das seguintes Secretarias de Estado:
a) Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania;
b) Secretaria da Segurança Pública.
§ 1º - Os membros de que tratam os incisos II e III deste artigo serão designados pelo Procurador Geral do Estado.
§ 2º - O Secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania e o Secretário da Segurança Pública deverão encaminhar à Procuradoria Geral do Estado, no prazo de 2 (dois) dias contados da publicação deste decreto, a indicação dos representantes das respectivas Pastas.
Artigo 4º - O Grupo de Trabalho terá prazo de 30 (trinta) dias, contados da designação dos membros de que tratam os incisos II e III do artigo 3º deste decreto, para concluir os trabalhos, apresentando relatório circunstanciado.
Artigo 5º - A Fazenda do Estado exercerá o direito de regresso contra os autores dos atos ilícitos referidos no artigo 1º deste decreto, tão logo estejam reunidos os pressupostos jurídicos necessários, para ressarcir-se das importâncias que pagar a título de indenização.
Artigo 6º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

PALÁCIO DOS BANDEIRANTES, em
JOSÉ SERRA


Por Reinaldo Azevedo"

Você já foi à BRANÇA?... O meu conselho: não vá! - disse...

(correção de alguns erros...)

Triste e vergonhosa é a história do nosso país real, que registra a corrupção impune, os assassinatos impunes, das mortes por balas perdidas, das mortes causadas por trágicos acidentes de trânsito, aeronáuticos, por desabamento de prédios construído com areia coletada na praia e pouco cimento e ferro. Triste e vergonhosa é a história do nosso país real, que registra a incompetência e ações corruptas daqueles que deveriam bem administrar as instituições públicas e unicamente em benefício da Nação.

Esse tópico, “São Paulo é outro país”, que até parece título de livro de ficção, leva-me a descrever alguns tópicos da história de um país virtual, lá do velho continente europeu, país esse que há 507 anos começou a ser invadido por nativos das antigas Nações Tupyi e Guaranyi, localizadas no Hemisfério Sul.


Por óbvias razões e também pelo temeroso respeito aos seus virtuais governantes e seus milhares de seguidores profissionais e centenas de milhares de voluntariosos puxa-sacos, não usarei o nome oficial desse país europeu. Vamos apelidá-lo de BRANÇA, que é a junção de BRANQUINHA e GASTANÇA), por essas simples razões:

- BRANQUINHA, em homenagem à famosa bebida típica local, que alguns dizem que aqueles que bebem em demasia têm ‘boas idéias’, tanto é que também poderá ser transformada em biocombustível, o combustível do futuro e que ajudará todas as nações miseráveis saírem da miséria!

- GASTANÇA, para lembrar o total descontrole com os gastos do dinheiro público e até mesmo as transferências diretas para “reservas pessoais impossíveis de serem contabilizadas.

Na minha última viagem virtual à BRANÇA, aproveitei e também visitei Paulynya (que podemos pronunciar “Paulínia”), uma cidade de 65 mil habitantes e localizada na província de Saint Paul (SP). Nessa cidade, soube que o prefeito propôs e está aguardando a “sua sempre obediente” Câmara de Vereadores aprovar um projeto de lei que autoriza o pagamento de um abono mensal de BÇ$ 1.500,00 (equivalente a R$ 1.500,00) para cada policial PM lotado no destacamento policial do município (aprox. 60 PMs). Além da PM e Corpo de Bombeiros, Paulínia conta com uma Guarda Municipal com aproximadamente 250 guardas devidamente desarmados e recebendo salário de no mínimo BÇ$ 2.200,00 (equivalente a R$ 2.200,00), que é o piso do funcionalismo municipal (esclarecendo: esse "mínimo" conta com três abonos acumulados e no total de BÇ$ 1.500,00 – “parecendo ser” um ótimo cabresto para garantir milhares de votos dos funcionários e familiares (e de quem continua sonhando em conseguir um “emprego na prefeitura ou na câmara”). “Se a 'situação' perder a eleição e resolver se vingar... poderá cancelar os três abonos acumulados e estaremos todos ferrados...”).

Lá na BRANÇA, durante as minhas “peregrinações” pelos botequins, era comum ouvir branceses conversando baixinho e sempre alerta contra os “Agentes Voluntários Da Guarda da Verdade Ideológica”. Alguns papos interessantes que eu escutei:

- “Que diferença faz ‘pouco’ ou ‘muito’ policiais nas ruas da BRANÇA, se os bandidos de maior potencial criminoso não andam a pé, nem de bicicleta ou de “pau velho” e, INCRÍVEL, muito desses são eleitos pelo próprio povo? Se muitos que ocupam cargos públicos são indicados pelos eleitos?...”

- “É muito pouco contarmos apenas com uma pequena parcela do efetivo da polícia federal brancesa para entrar e fazer o policiamento preventivo e repressivo contra os bandidos de colarinho branco alocados em gabinetes, corredores, dispensas, almoxarifados, garagens, salas e ante-salas do ‘poder legalmente constituído’. Se, por algum milagre, ocorrer o aumento do efetivo e capacidade desse policiamento ‘especial e prioritário’, nem precisaremos mais de policiamento ostensivo nas ruas, avenidas, travessas, vielas e becos sem-saída, pois haverá escolas de verdade, empregos e tantas outras boas e saudáveis oportunidades para o povo. Desse dia em diante, mesmo o Voto não sendo mais Obrigatório, os eleitores comparecerão em peso às urnas porque saberão que não se pode baixar a guarda, jamais!...”

Não pensem vocês, meus caros patrícios e que não têm nada em comum com os branceses, que Paulynya (pronuncia-se Paulínia) seja uma FELIZ cidade brancesa e "modelo exemplar" de competência e probidade administrativa para os demais municípios branceses, apesar do governo municipal ser “altamente motivado a governar” e sempre procurando, criando e tentando viabilizar “idéias hollywoodianas” através de projetos invejáveis até mesmo para muitas cidades do “primeiro-mundo real”: também pudera, a receita anual já está ultrapassando a casa de BÇ$ 1.000.000.000,00 (equivalente a UM BILHÃO DE REAIS!). Por outro lado, não tem como os munícipes não desconfiarem que possa existir um enorme "sumidouro" de dinheiro público municipal. Mas, como é típico do povo brancês, muitos (a maioria) dos munícipes paulynenses “parecem” fazer de conta que não estão percebendo nada de errado, ou então, muitos ainda não perceberam porque realmente ignoram o quanto e o que significa um orçamento municipal de um bilhão de reais para um cidade de 65 mil habitantes!

Da mesma forma que outras províncias das regiões sul, sudeste e parte do centro-oeste da BRANÇA, também a província de Saint Paul (SP) só não consegue ser um "país melhor ainda” porque tem que contribuir "além da obrigação" para a “reposição de dinheiro” exigida pela insaciável GRANDE-MÁQUINA PÚBLICA FEDERAL BRANCESA e suas máquinas e maquininhas interligadas (denominadas de “aliadas”), todas sempre trabalhando sem parar para pagar todas as contas reais, fraudes e mais fraudes, além de cobrir os rombos de tantas e “inéditas” maracutaias aprontadas por aloprados lotados nos governos federal, provinciais e municipais – principalmente, nas províncias e municípios que compõem a maioria dos parceiros políticos do governo federal brancês.

Branceses esclarecidos do sul e sudeste e parte do centro-oeste, as regiões mais capitalizadas, industrializadas e produtoras de alimentos e que mais contribuem para os cofres do governo federal da BRANÇA, não têm o mesmo peso político que as demais regiões, pois a maioria do poder é composta por senadores e deputados federais eleitos pelas regiões norte e nordeste da BRANÇA, típicas regiões de coronéis e históricos currais eleitorais, onde a miséria local é usada e abusada para justificar a liberação de verbas e mais verbas federais, que explicam a riqueza acumulada pelos poderosos políticos e seus comparsas empresários, todos exímios manipuladores de “votos pró governo” versus “divisão” do único “produto” produzidos por eles: o "Orçamento" Brancês. Bolam projetos que jamais serão realizados (mas, no mínimo, são liberadas polpudas verbas para os “estudos preliminares, viabilidade econômica e social, detalhamentos, etc”), outro certo tanto de projetos parcialmente realizados e abandonados “por falta de verbas complementares ou por embargos judiciais provocados por ‘desmancha-prazeres’ da oposição ou por 'aliados' insatisfeitos porque não entraram na divisão da bufunfa” – e, finalmente, por muitos outros projetos e dispêndios porcamente realizados – mas, sempre com o “pequeno detalhe”: a existência “sagrada” do SUPER-FATURAMENTO.

Muitos branceses são revoltados e até exageram ao comentar que logo andarão iguais aos invasores nativos vindos do Hemisfério Sul, que há 500 e poucos anos atrás começaram a abandonar uma tal “Terra de Santa Cruz” (denominação indevida e dada por um escriba lusitano), tudo por culpa de um tal Cabral que ofereceu carona para alguns nativos e não pararam mais: continuaram sendo oferecidas em troca de trabalho, nas milhares de viagens de caravelas transportando pau-brasil e uma infinidade de madeiras nobres, ouro e tantas pedras preciosas para a Europa e, mais recentemente, através da exportação de milharess de “clandestinos” e, também, de algo que eles aceitam de bom grado: as entradas autorizadas e sempre bem-vindas (!?) de mulatas e jogadores de futebol.

Ouvindo as opiniões de um seleto grupo de intelectuais branceses, fiquei sabendo que um dos maiores castigos impostos ao povo brancês foi o Voto Obrigatório, além da manipulação da maioria dos eleitores para votar nos “candidatos certos”, habilmente vendidos pela mídia e seus brilhantes marqueteiros políticos. Um argumento infalível e a favor de um CANDIDATO “MARCADO PARA VENCER”: “esse é o menos pior” (só não falam o restante do “argumento”: “entre os piores bandidos de colarinho branco...”). A “oferta pública” dos candidato mais dispostos em “investir” na candidutura (e em negócios futuros) é reforçada por “honorários” pagos aos “analistas e comentaristas políticos” da mídia “oficial” e “da mídia independente contratada e há anos subvencionadas pelas verbas de publicidade do governo e estatais”. Perguntei qual a razão para esse terrível castigo que é o voto obrigatório e as forças manipuladoras que ditam os resultados das eleições. A resposta, foi: “Por causa de tantos pecados, de tantos crimes cometidos aqui na BRANÇA desde o ano de 1.500, quando aquelas malditas caravelas de Cabral começaram a dar carona para nativos do Hemisfério Sul...”. Quando ouvi essa resposta, comecei a rir e logo em seguida, senti um desespero... comecei a me sentir um autêntico brancês, uma sensação tremendamente angustiante, que tanto me marcou, que continuo tendo pesadelos e mesmo quando acordo, leva alguns minutos para perceber que não estou mais na BRANÇA.

Ufa! Ainda bem que essas coisas só acontecem na BRANÇA, lugar para onde eu nunca mais retornarei. Não sairei mais deste meu mundinho real, porque esta é a minha sina.

Raul--Klatos disse...

Moro em Vinhedo, uma cidade pequena com mais ou menos 50 mil habitantes. Aqui além de câmeras de vigilância tem um grande efetivo policial. Só a Guarda Municipal tem quase cem policiais armados e treinados. Como esta escito pelo Doutor Rayol, motos, carros de civil, GM, GM com cães e polícia Militar por todos os lados.
E sempre aparece o exército em treinamento aqui também.

Apesar de já ter sido assaltado em minha própria casa, tenho certeza que seria pior sem tanto aparato policial aqui. Pois vivemos um momento ruim. Sob a égide da ideologia dos “direitos humanos”, a nossa polícia abaixa cada vez mais para os criminosos, porque tem de pedir a eles, por favor até para algema-los, e ai se derem sequer um tapa.

A cidade de Vinhedo tem mais condomínios que bairros, os bares fecham-se as 22 horas. É uma ótima cidade para se viver em paz.