domingo, 21 de maio de 2006

A DANÇARINA "dançou"!!!

A ex-prefeita de São José dos Campos, Angela Guadagnin (PT), foi condenada pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) ao pagamento de uma multa de R$ 1 milhão e a devolver aos cofres públicos outros R$ 8,915 milhões por possível superfaturamento na desapropriação da área do Parque da Cidade.
As informações são do jornal ValeParaibano.
Com uma área de 499,7 mil metros quadrados, o parque foi desapropriado em 9 de maio de 96 e aberto ao público em 27 de julho daquele ano.
A prefeitura pagou R$ 19,608 milhões pela área, mas a oposição contestou o valor e até chegou a criar uma uma CEI (Comissão Especial de Inquérito) para investigar o caso.
Como Angela deixou a prefeitura no final de 96, coube ao próximo prefeito, Emanuel Fernandes (PSDB), pagar as prestações da dívida.
Emanuel chegou a contratar outro perito para elaboração de um novo laudo, anexado à ação civil pública proposta pelo Ministério Público.
A ação foi remetida à Justiça Federal em novembro de 2004 depois de um pedido do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), credor do débito.

8 comentários:

Augusto disse...

Todos os prefeitos do PT faziam isso. Recolhiam caixinha para o partido. O Celso Daniel também fazia isso como bem dizeram seus irmãos. Só que no caso do Celso pessoas estavam querendo ficar com a grana e não repassar para o partido. O Celso teve uma conduta "ética" estranha. Foi reclamar com a rapaziada e aconteceu o que aconteceu. É por essas e outras que uma gase de hospital custa dez vezes mais do que deveria e claro está sempre em falta, a mesma coisa com os medicamentos. Essa gentalha fica se lamentando porque ainda tem criança vendendo ciclete no sinal, é só deixarem de se apropriar do dinheiro público que a coisa vai melhorar sensivelmente. Mais para isso acontecer tem que editar uma lei admitindo pena de morte para corruptos como fazem - na amiga do PT - a China. Lá leva bala mesmo. Será que esse Congresso honestão já pensou alguma vez nessa possibilidade. Para acabar com a corrupção aqui só existe esse remédio. A corrupção está aqui desde que o Brasil foi descoberto, mas agora ela está tão generalizada que só se controla com medidas drásticas.

Andre Senna Duarte disse...

Maravilha de blog. Parabéns pelo trabalho

Anônimo disse...

Bem-feito pra essa baleia safada e sem-vergonha

Anônimo disse...

"Crime é atividade lucrativa no País

Negócio perderia viabilidade se criminoso fosse preso até quatro ações cometidas. A teoria econômica do crime é uma ciência ainda pouco estudada no Brasil. Apesar de o País brilhar nos primeiros lugares dos rankings mundiais de violência, poucos acompanham o tema. Pode parecer estranho, mas há vários pontos coincidentes na lógica do crime e da economia. É claro que as regras e a ética são diametralmente opostas. Mas, em tese, as duas atividades têm o mesmo objetivo: buscar o lucro. Para isso, líderes se juntam e grupos são formados para ter força e melhores condições de trabalho.

Um dos estudiosos da área no Brasil é o consultor e doutor em economia Geraldo Brenner. O economista gaúcho desenvolveu um longo trabalho sobre a teoria econômica do crime em doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). "A estrutura teórica é relativamente simples. Para conquistar o lucro, o criminoso tem de fechar uma equação que envolve custos e receitas, como em qualquer empresa", diz.

Desenvolvida na Europa e Estados Unidos, a teoria diz que o custo do crime é composto por todos os riscos relacionados à atividade, como chance de ser punido, rigidez da legislação e necessidade de corrupção de autoridades. Por outro lado, a receita vem dos bens e valores obtidos, seja em um simples roubo, tráfico de drogas ou mesmo no crime do colarinho branco.

Sob a ótica econômica, segundo Brenner, o ideal seria que a chance do criminoso ser punido fosse entre 25% a 30%. "Assim, depois de o sujeito realizar três ou quatro crimes iria ser pego", afirma, ao citar que esse custo seria alto demais para viabilizar o negócio.

Mas, no Brasil, a situação não é bem assim.

"Estudos mostram que 4% a 5% dos crimes são esclarecidos e a punição ocorre apenas em 2%. O nosso custo é muito baixo. Isso facilita a propagação da atividade", completa.

Se de um lado o custo é baixo, o Brasil continua sendo um bom mercado para a criminalidade, pois conta com boa disponibilidade de bens valiosos. Além disso, alguns crimes, ilegais por natureza, permitem margens de lucro impensáveis no mundo dos "honestos".

"Imagine que o traficante compra o quilo da cocaína por US$ 3 mil e vende na Europa por US$ 30 mil", compara o ex-secretário nacional de segurança pública e pesquisador do Instituto Fernand Braudel, coronel José Vicente da Silva. Só para citar, o ganho nessa transação é de 900%.

Apesar de olhar o crime com uma ótica diferente, as sugestões para combatê-lo são conhecidas.

"Polícia atuante, leis rígidas e um sistema judiciário eficiente aumentam o custo", diz Geraldo Brenner.

Ele emenda com uma crítica às leis brasileiras que funcionariam como um marco regulatório muito favorável às "empresas". O economista aproveita para derrubar um paradigma.

"Se o custo aumentar, vamos ver que não é a pobreza que leva ao crime. E, sim, a facilidade de obter vantagens diante da baixa chance de ser punido. Existem países paupérrimos que não têm violência generalizada", afirma. "

Fonte: Gazeta Mercantil, Nacional, Fernando Nakagawa, 22/05/2006

Anônimo disse...

Em Franca – SP, advogada entregava clientes aos bandidos

A Advogada Adriana Tellini foi flagrada pela polícia em escutas telefônicas, autorizadas pela Justiça, combinando crimes com presos da cadeia pública de Franca. Em uma das gravações ela indica um casal, cliente seu, e que havia acabado de se separar judicialmente. Falando com um preso da cadeia, ela conta para ele que o casal estava com R$ 50 mil em dinheiro e que deveria ser interceptado por assaltantes, orientados de dentro da cadeia. Pouco tempo depois, o bandido ligou de volta para a advogada e pediu a posição exata das vítimas, pois seus comparsas não a estavam encontrando. Sem deixar transparecer sua intenção, a advogada então ligou disfarçadamente para a mulher que estava com o dinheiro e que somente foi salva porque havia acabado de entrar em um consultório médico.

Esse não foi o único caso envolvendo a advogada. Em outra escuta telefônica ela oferece a um preso que fugiu da cadeia o abrigo dentro de seu escritório, no centro de Franca. O detento acabou recapturado no local, mas na ocasião a advogada negou ter lhe dado refúgio e responde em liberdade. O Conselho de Ética da OAB, subseção de Franca, promete encaminhar nesta terça-feira ao Tribunal de Ética e Disciplina o pedido de suspensão do registro da advogada Adriana Tellini. O órgão quer que ela seja impedida de trabalhar até que seja julgado o processo no qual é citada.

A QUE PONTO CHEGAMOS NO BRASIL!

ATINGIMOS O FUNDO DO POÇO, OU APENAS COMEÇAMOS A CAIR?

CONFIAR EM QUEM? NO LULA, QUE VÊ A MÃO DE DEUS EM SUA VIDA (TRAJETÓRIA DE GARANHUNS À PRESIDENTE... E NO SEU GOVERNO? (HOJE, EM DISCURSO PARA 100 LÍDERES EVANGÉLICOS)

Kafé Roceiro disse...

Rayol,
Bem feito pra ela!
Essa mulher me deu vergonha de ser brasileiro naquele dia!
abraço,
Kafé.

Telespectador disse...

Além de corrupta e cínica, é "baranga feia" que dói só de olhar pra ela de resvalo! No país da corrupção ativa, passiva e "vale tudo" não poderia ter apenas políticas corruptas bonitas e gostozonas? Já pensaram, uma CPI investigando só corruptas bonitas e gostozonas? Novela e telejornal da Globo não fariam mais sentido, e os horário nobres seriam mais bem aproveitado e a um custo praticamente baixíssimo para a emissora do Plim Plim, com uma simples "chupeta" nos sinais da TV Senado!

Anônimo disse...

queria poder arrebentar a cara dessa vaca nojenta